O gozo
Meta colocada por todos o seres
Atribuem a ele o desfrute dos prazeres
Materializado por um liquido viscoso
Representa a satisfação do ato, sendo ele ou não amoroso.
Reprimido, muitas vezes pelo preconceito,
Expresso em varias sociedades
Pelo moralismo imoral da humanidade
Que torna regra reprimir anseios.
Despudorado
Vergonhoso
No imaginário está sempre presente!
Seja nas horas frias ou nas quentes
Formado de pele
De pelo
De cheiro
De gente.
Irracional
Momentâneo
Conjunto
Individual
Não respeita regras
Lugar
Ou moral
Os adjetivos
Os sabores, o jogo
Todos atributos são insuficientes
Acho que a si se resume o GOZO.
(Felipe I Bollella)
Este é um blog criado para aqueles que acreditam que a literatura se constitui da realidade, quebrando com os estigmas colocados por uma gama de irracionalistas que não atribuem a literatura seu verdadeiro valor. Vivam a literatura ou a construam através de suas vivencias!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
Ser civilizado
O civilizado me constrange
é repressão!
quebra de extinto
determinação de comportamento
não viver independente de....
seguir padrões parece normal
mecanicamente, independente qual
padronização, intelecto e material
mas reprime tudo que é do homem
a expressão
o ato
o intelectual.
(Felipe I Bollella)
é repressão!
quebra de extinto
determinação de comportamento
não viver independente de....
seguir padrões parece normal
mecanicamente, independente qual
padronização, intelecto e material
mas reprime tudo que é do homem
a expressão
o ato
o intelectual.
(Felipe I Bollella)
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Necessidades
Que tipo de coisa pode-se esperar de um cara de vinte anos, que poderia estar desfrutando de varias figuras femininas as quais nos dão asas a imaginação, e nem se quer pode-se dar ao luxo de pensar na possibilidade de tal façanha?
Quantos caras de vinte anos, de fato, você conhece que se disponibilizam/sacrificam três anos da sua vida, sendo fiel a uma garota?
É as pessoas se cansam.
-Foram três longos anos de dedicação, ela dizia- para que? Para que dar valor a um egoísta como você?
La estava eu aos choros da minha ex-namorada, ansioso para que aquele teatro todo se acabasse, queria flertar com a primeira que aparecesse na minha frente. O namoro caiu na rotina, não saiamos, às vezes havia sexo (nem isso era tão bom agora), e sempre brigávamos, acho que nesse ultimo quesito se resumia o nosso “ninho de amor”.
Passaram duas semanas e eu ainda não havia efetivado nenhuma das minhas tão sonhadas excentricidades de solteiro, resolvi então propor a minha ex. um reencontro, mas sem nenhum tipo de compromisso, ela topou. Nos encontramos em um motel, que nos tempos de namoro visitávamos frequentemente. Chegando ao quarto tomei-a por um beijo que lhe tirou o ar, ela foi arrancando minha roupa e em um surto de excitação começou a arranhar-me as costas com suas unhas afiadas, nunca a vi assim, foi maravilhoso.
Nosso novo caso durou mais umas duas semanas. Ela encontrou um caipira que lhe falava e fazia “banalidades” amorosas as quais eu já não fazia questão (declamava-lhe poemas e lhe dava chocolates).
O sexo é muito melhor quando não há compromisso, a ausência de compromisso significa ausência de pudor.
Foi à melhor noite que tivemos em três anos.
(Felipe I Bollella)
Quantos caras de vinte anos, de fato, você conhece que se disponibilizam/sacrificam três anos da sua vida, sendo fiel a uma garota?
É as pessoas se cansam.
-Foram três longos anos de dedicação, ela dizia- para que? Para que dar valor a um egoísta como você?
La estava eu aos choros da minha ex-namorada, ansioso para que aquele teatro todo se acabasse, queria flertar com a primeira que aparecesse na minha frente. O namoro caiu na rotina, não saiamos, às vezes havia sexo (nem isso era tão bom agora), e sempre brigávamos, acho que nesse ultimo quesito se resumia o nosso “ninho de amor”.
Passaram duas semanas e eu ainda não havia efetivado nenhuma das minhas tão sonhadas excentricidades de solteiro, resolvi então propor a minha ex. um reencontro, mas sem nenhum tipo de compromisso, ela topou. Nos encontramos em um motel, que nos tempos de namoro visitávamos frequentemente. Chegando ao quarto tomei-a por um beijo que lhe tirou o ar, ela foi arrancando minha roupa e em um surto de excitação começou a arranhar-me as costas com suas unhas afiadas, nunca a vi assim, foi maravilhoso.
Nosso novo caso durou mais umas duas semanas. Ela encontrou um caipira que lhe falava e fazia “banalidades” amorosas as quais eu já não fazia questão (declamava-lhe poemas e lhe dava chocolates).
O sexo é muito melhor quando não há compromisso, a ausência de compromisso significa ausência de pudor.
Foi à melhor noite que tivemos em três anos.
(Felipe I Bollella)
Vencido
Impossibilidade de...
Incompetência para...
Essa racionalidade
Realidade idealizada
Vencido, palavra que a si designa
A liberdade parece apenas uma palavra
Escravizado pelos próprios estigmas
Pensamento que nas trevas paira
Inimigo próprio
Perspectivas acabadas
Necessita diagnostico
Caminhos são propostos
Mas estes que com a boca cheia que os falam
Não vivem a realidade que lhes mostro.
(Felipe I Bollella)
Incompetência para...
Essa racionalidade
Realidade idealizada
Vencido, palavra que a si designa
A liberdade parece apenas uma palavra
Escravizado pelos próprios estigmas
Pensamento que nas trevas paira
Inimigo próprio
Perspectivas acabadas
Necessita diagnostico
Caminhos são propostos
Mas estes que com a boca cheia que os falam
Não vivem a realidade que lhes mostro.
(Felipe I Bollella)
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